Livros, à Primeira Vista #12

2 comentário(s)

Com 10 milhões de exemplares vendidos mundo afora — 6 milhões nos Estados Unidos e 80 mil somente no Brasil —, Cassandra Clare é mais que um fenômeno editorial. Virou febre! A série Instrumentos mortais, uma fantasia urbana tendo como cenário a Nova York atual e que envolve o mito dos nephilim, fez tanto sucesso que chega às telas de cinema em agosto de 2013. Numa co-produção da Sony com direção de Scott Charles Stewart. O mesmo do cult Sin City.Os fãs da trilogia são tão alucinados, que ganharam de presente uma prequel. E, sim!, o primeiro tomo também chegou ao topo da lista do New York Times, como todos os outros livros de Cassandra. "ANJO MECÂNICO", volume inaugural de As peças infernais, conta como os antepassados dos protagonistas de Instrumentos mortais se conheceram. E como existe muito mais mistérios entre eles do que se imagina. 

Impressões: Depois do enorme sucesso com a série Instrumentos Mortais, Cassandra Clare traz uma novo trama para os seus fãs que já teve inúmeras críticas positivas e entrou na lista dos mais vendidos nos Estados Unidos.

Barcelona, 1957. Daniel Sempere e seu amigo Fermín, os heróis de A Sombra do Vento, estão de volta à aventura para enfrentar o maior desafio de suas vidas. Já se passa um ano do casamento de Daniel e Bea. Eles agora têm um filho, Julián, e vivem com o pai de Daniel em um apartamento em cima da livraria Sempere e Filhos. Fermín ainda trabalha com eles e está ocupado com os preparativos para seu casamento com Bernarda no ano-novo. No entanto, algo parece incomodá-lo profundamente. Quando tudo começava a dar certo para eles, um personagem inquietante visita a livraria de Sempere em uma manhã em que Daniel está sozinho na loja. O homem misterioso entra e mostra interesse por um dos itens mais valiosos dos Sempere, uma edição ilustrada de O Conde de Montecristo que é mantida trancada sob uma cúpula de vidro. O livro é caríssimo, e o homem parece não ter grande interesse por literatura; mesmo assim, demonstra querer comprá-lo a qualquer custo. O mistério se torna ainda maior depois que o homem sai da loja, deixando no livro a seguinte dedicatória: “Para Fermín Romero de Torres, que retornou de entre os mortos e tem a chave do futuro”. Esta visita é apenas o ponto de partida de uma história de aprisionamento, traição e do retorno de um adversário mortal. Daniel e Fermín terão que compreender o que ocorre diante da ameaça da revelação de um terrível segredo que permanecia enterrado há duas décadas no fundo da memória da cidade. 

Impressões:  Não é de hoje que Carlos Ruiz Zafón consegue silenciar e prender a mente do autor em seus textos muito bem produzidos. O Prisioneiro do Céu que é continuação de A Sombra do Vento, tem tudo para repetir a dose.

2 comentários:

Caíque Fortunato disse...

Acabei de ler a resenha do livro Anjo Mecânico em outro blog, quero muito ler ele, a minha impressão e expectativas são muito boas para essa obra. Em relação a segunda não posso opinar muita coisa por estar conhecendo agora.

Abraços
Caique Fortunato
http://entrepaginasdelivros.blogspot.com.br/

O Resenhista disse...

Bom, já li os dois, e são muito bons, claro que se for necessário eu escolher entre eles, fico com O Prisioneiro do Céu, mas só porque o Zafón é o mestre da literatura... juan, você não gostou de Cidade dos Ossos, mas como essa é uma série prequel, acho bem provável que você se interesse...

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Manuseador da pena

Juan Silva, 16 anos, Carioca e Sagitariano. 3º ano e estudante do curso técnico de química. Não vivo sem bons livros, séries e filmes. De vez em quando, um café gelado sempre é bem vindo. {mais?}

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