Resenha de Livro: A Arte da Imperfeição - Brené Brown

6 comentário(s)
Título: A Arte da Imperfeição
Título Original: The gifts of Imperfection
Autor: Brené Brown
ISBN: 978-85-8163-010-6
Páginas: 184
Ano: 2012
Editora: Novo Conceito
Preço Sugerido: 29,90 

Este importante livro é sobre a jornada de uma vida, deixando de se preocupar com "O que os outros vão pensar?" e acreditando que "Eu sou suficiente". A habilidade ímpar da autora em misturar pesquisa original com relatos faz com que a leitura de A Arte da Imperfeição pareça uma longa e animadora conversa com uma amiga muito sábia que oferece compaixão, sabedoria e ótimos conselhos. A cada dia nos deparamos com uma enxurrada de imagens e mensagens da sociedade e da mídia nos dizendo quem, o que e como devemos ser. Somos levados a acreditar que, se pudéssemos ter um olhar perfeito e levar uma vida perfeita, já não nos sentiríamos inadequados. E se eu não posso manter todas essas bolas no ar? Por que não é todo mundo que trabalha duro e vive às minhas expectativas? O que as pessoas vão pensar se eu falhar ou desistir? Quando posso parar de provar a mim mesmo? Em A Arte da Imperfeição, Brené Brown, Ph.D, é uma especialista em vergonha, autenticidade e compartilha a coragem que aprendeu em uma década de pesquisas sobre o poder de viver sinceramente. 

 








Mesmo para os que não são fãs de livros de auto-ajuda, ou livros de não-ficção, A Arte da Imperfeição traz um misto de conselhos que devem ser levados para toda a vida e resultados de uma pesquisa psicológica que deve ser conferida por todos os tipos de pessoas. 








Vergonha, vulnerabilidade, medo e entre outros sentimentos desses são muitas vezes ditos como se fossem características, o que pode ser certo mas também errado, já que nenhum indivíduo é livre de sentir qualquer um deles, os mesmos merecem uma classificação diferente. Esse é um dos temas abordados na obra, e é visível aos olhos de todos que são coisas como essas que fazem com que um número significante de pessoas sejam tudo, exceto felizes. 

A pesquisadora Brené Brown, realizou  algumas pesquisas com diferentes pessoas sobre o sentido de felicidade e o sentido do que é ser imperfeito. A partir disso temos reflexos de como o ser humano consegue encontrar obstáculos para não ser feliz e viver uma vida medíocre encontrando obstáculos que ao invés de serem superados são usados como desculpa para o fim da caminhada pela vida. 

Alguns dos casos citados na obra veem da vida da própria autora, que em determinado momento de sua vida sofreu uma crise emocional e a partir dela, tirou conclusões que não só a ajudaram, mas também, todas as pessoas ao seu redor. 







Se você é como eu, a prática de autenticidade pode parecer uma escolha assustadora. Expor seu verdadeiro eu para o mundo envolve riscos. Mas acredito que há ainda mais riscos em esconder você mesmo e seus dons do mundo. Nossas ideias, opiniões e contribuições que não foram mostradas não desaparecem. É mais provável que elas apodreçam e corroam nosso valor pessoal. Acredito que nós deveríamos nascer com um adesivo semelhante áqueles que vêm no maço de cigarro: "Aviso: se você trocar sua autenticidade por segurança pode sentir os seguintes sintomas: nervosismo, depressão, desordens alimentares, vício, raiva, culpa, ressentimento e tristeza inexplicável''.  

Com uma narrativa curta e cheia de passagens que se encaixam na vida pessoal do leitor, A Arte da Imperfeição torna-se uma obra indispensável nas estantes dos leitores. Depois de ler, talvez vocês cheguem a mesma conclusão que eu, imperfeições nos tornam perfeitos, e tristeza, é uma vivência optativa.


6 comentários:

Enfim Shakespeare disse...

Muitas pessoas julgam livros desse gênero antes de ler, mas eu já li vários livros de auto-ajuda e gostei bastante.

http://enfimshakespeare.blogspot.com.br/

Genilda Silva disse...

Me interessei pela idéia principal do livro. Curto livros de auto-ajuda.

Marina Menezes disse...

Oi Juan, vim agradecer pela parceria. Também vou fazer muitas visitas ao seu blog ^^
Muitas pessoas não gostam de livros de auto-ajuda, não sou uma delas.
Gosto mais dos livros de auto-ajuda quando o autor já passou por alguma coisa que o fez ter aquelas ideias, e não quando ele tira tudo do que viu nos outros.
Gostei muito da sua resenha, não é comprida e nem chata de ler :)

Beijos

Caíque Fortunato disse...

Eu gosto de livros de auto-ajuda, mas acho a litura deles um pouco cansativa, portanto procuro ler os bons que a maioria das pessoas gostaram, e esse parece ser um deles. Gostei muito da sua resenha, ela me fez ter mais vontade de ler o livro :)

Abraços
http://entrepaginasdelivros.blogspot.com/

Juan Florêncio disse...

Oi Caíque,

Também acho alguns dos livros desse gênero bem cansativa. Reflexo do fato de não ser muito fã, mas é claro que nem todos são assim, sempre surge um que é devorado rapidinho.

Abraços.

Juan Florêncio disse...

Oi Marina,

Tenho a mesma opinião que você, gosto muito quando o livro desse gênero tem relatos pessoais, é sempre mais empolgante não é?

Beijos.

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Manuseador da pena

Juan Silva, 16 anos, Carioca e Sagitariano. 3º ano e estudante do curso técnico de química. Não vivo sem bons livros, séries e filmes. De vez em quando, um café gelado sempre é bem vindo. {mais?}

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